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Sobre a Professora

Ajudando as pessoas a vencerem os desafios da vida.

É o que eu venho fazendo há mais de 30 anos.

Apesar de que a história de amor com a psicoterapia deve ter começado muito antes, eu me lembro claramente a primeira vez que eu coloquei um pé num tablado de psicodrama. Eu pensei comigo, Esly, você nasceu para fazer essa isso. E sabe de uma coisa? Era verdade. Então procurei a formação e com o tempo, formei outros. Era um jeito tão maravilhoso de ensinar, as pessoas saíam habilitadas.

Eu cresci em dois países, duas culturas e duas línguas. Às vezes, as coisas se complicavam, mas o saldo foi positivo.

Enquanto eu morei lá, conheci um canadense maravilhoso que era transferido de lá pra cá. Eu fui junto porque ele valia a pena. Como resultado, eu ganhei ainda mais treinamento em como vencer os desafios da vida. Um pouco foi a nível pessoal: estava aprendendo para poder superar meus próprios desafios. Mas também aprendi a nível profissional na forma de oportunidades nos empregos, consultorias, cursos e trabalho voluntário.

E um dia comecei a escrever. Eu já tinha começado a escrever para não enlouquecer durante o divórcio do primeiro marido. Tinha que escrever pra não explodir. Foi quando escrevi, Quando o Vínculo se Rompe. Encontrei uma voz que eu não sabia que tinha. Era trabalho árduo, mas aprendi a desfrutá-lo. Nem sempre sabia da onde estava saindo tudo aquilo, mas sabia que era sagrado. Não podia deixar de fazê-lo, então continuei escrevendo cada vez mais. Não conseguia parar.

Com o tempo, eu comecei a escrever artigos. Os artigos viraram livros. Nunca pensei que seria capaz de escrever um livro do começo ao fim. Mas escrevi. Outros livros começaram a sair de dentro de mim. Era engraçado porque alguns livros foram escritos em uma lingua e outros, noutra. Então eu traduzia. E o povo queria na terceira língua então fiz isso também.

Sobre o que escrevo? Sobre como vencer os desafios da vida! Às vezes é mais profissional, mas geralmente é para a pessoa leiga, o joão-da-esquina que precisa entender o que fazer da sua vida, aonde procurar ajuda. Precisam saber que a ajuda existe. Às vezes – mas não é frequente – eu conto alguma coisa que eu já passei. Ou que estou passando. É quando sangro um pouquinho. Mas a maior parte do tempo eu conto as histórias dos outros. Essas histórias também são sagradas porque atravessamos juntos o vale da sombra da morte e saímos do outro lado.

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Dra. Esly Carvalho

Para maiores informações sobre a formação em EMDR visite o site www.emdrtreinamento.com.br e para maiores informações sobre tratamento com EMDR visite o site www.traumaclinic.com.br.

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